Documentation for a newer release is available. View Latest

Referência de Sintaxe do Kickstart

Este apêndice descreve comandos e opções disponíveis em instalações Kickstart. Para informações gerais sobre o Kickstart, veja Automatizando a Instalação com o Kickstart.

Índice

Não há garantia de que os nomes dos dispositivos sejam consistentes nas reinicializações, o que pode complicar o uso dos scripts do Kickstart. Quando uma opção do Kickstart chama um nome de nó de dispositivo (como sda), você pode usar qualquer item de`/dev/disk`. Por exemplo, em vez de:

part / --fstype=xfs --onpart=sda1

Você pode usar uma entrada semelhante a uma das seguintes:

part / --fstype=xfs --onpart=/dev/disk/by-path/pci-0000:00:05.0-scsi-0:0:0:0-part1
part / --fstype=xfs --onpart=/dev/disk/by-id/ata-ST3160815AS_6RA0C882-part1

Isso fornece uma maneira consistente de se referir a discos que é mais significativo do que apenas sda. Isso é especialmente útil em grandes ambientes de armazenamento.

Embora os princípios gerais das instalações do Kickstart tendam a permanecer os mesmos, os comandos e opções podem mudar entre as versões principais. Você pode usar o comando [command] # ksverdiff # para exibir as diferenças entre as duas versões da sintaxe do Kickstart. Isso é útil ao atualizar um arquivo Kickstart existente para ser usado com uma nova versão. Para exibir uma lista de alterações na sintaxe entre o Fedora 32 e 33, use o seguinte comando:

$ ksverdiff -f F32 -t F33

A opção -f especifica a versão com a qual iniciar a comparação, e a opção -t para especificar a versão com a qual terminar. Para obter informações adicionais, consulte a página man ksverdiff(1). Observe também que você não pode usar isso para exibir alterações em uma versão mais recente que o seu sistema - a versão do pykickstart no Fedora 32 não pode exibir alterações no Fedora 33 .

Além disso, você pode revisar as notas de lançamento do [citetitle] Fedora {PRODVER }, disponíveis no link: http: //docs.fedoraproject.org/ [], para obter uma lista de mudanças.

Nas seções a seguir, se uma opção for seguida por uma marca de igual (=), um valor deve ser especificado depois dela. Nos comandos de exemplo, as opções entre colchetes ([]) são argumentos opcionais para o comando.

Métodos e Fontes de Instalação

Os comandos a seguir controlam a maneira como o Fedora será instalado.

device (opcional) - Instalar drivers de dispositivos extras

Na maioria dos sistemas PCI, o programa de instalação detecta automaticamente as placas Ethernet e SCSI. No entanto, em sistemas mais antigos e alguns sistemas PCI, o Kickstart requer uma dica para encontrar os dispositivos adequados. O comando [command] device, que informa ao programa de instalação para instalar módulos extras, usa o seguinte formato:

device nomeMódulo [--opts=]

Substitua nomeMódulo pelo nome do módulo do kernel que deve ser instalado.

--opts=

Opções para passar para o módulo de kernel instalado. Por exemplo:

device i2c_piix4 --opts="aic152x=0x340 io=11"

driverdisk (opcional) - Use um disco de driver

Os discos de driver podem ser usados durante as instalações do Kickstart para fornecer drivers adicionais não incluídos por padrão. Você deve copiar o conteúdo dos discos de driver para o diretório raiz de uma partição no disco rígido do sistema. Em seguida, você deve usar o comando [command] driverdisk para especificar que o programa de instalação deve procurar um disco de driver e sua localização.

driverdisk partição | --source= | --biospart=
partição

Procure a imagem do disco de driver em uma partição local. Substitua partição pelo nome da partição que contém o disco do driver. Observe que a partição deve ser especificada como um caminho completo. Por exemplo:

driverdisk /dev/sdb1
--source=

Procure o disco de driver em um local de rede em vez de uma partição local. Por exemplo:

driverdisk --source=ftp://caminho/para/dd.img
driverdisk --source=http://caminho/para/dd.img
driverdisk --source=nfs:nome-do-host:/caminho/para/dd.img
--biospart=

Partição BIOS contendo o disco de driver (por exemplo, 82p2).

install (obrigatório) - Configura o método de instalação

O modo de instalação padrão. Você deve especificar o tipo de instalação a partir de cdrom, harddrive, nfs, liveimg ou url. O comando install e o comando do método de instalação devem estar em linhas separadas. Por exemplo:

install
liveimg --url=file:///images/install/squashfs.img --noverifyssl

Os comandos do método de instalação são:

cdrom

Instala a partir da primeira unidade de disco óptico (DVD) no sistema.

harddrive

Instala a partir de uma árvore ou de imagem ISO de instalação completa no disco rígido local. A árvore ou imagem ISO deve estar num sistema de arquivos que seja montável no ambiente de instalação. Arquivos de sistema suportados são ext2, ext3, ext4, vfat ou xfs.

install
harddrive --partition= | --biospart= [--dir=]
--partition=

Partição para instalar a partir de (tal como sdb2).

--biospart=

Partição BIOS para instalar a partir de (tal como 82p2).

--dir=

Diretório contendo a árvore de instalação ou imagem ISO.

liveimg

Instala a partir de uma imagem de disco ao invés de pacotes. A imagem pode ser o arquivo squashfs.img de uma imagem ISO live, ou qualquer sistema de arquivos que a mídia de instalação possa montar. Arquivos de sistema suportados são ext2, ext3, ext4, vfat e xfs.

Este comando também tem suporte à instalação de arquivos tar do sistema de arquivos raiz. Nesse caso, o nome do arquivo deve terminar com .tar, .tbz, .tgz, .txz, .tar.bz2, tar.gz ou tar.xz.

install
liveimg --url= [--proxy= | --checksum= | --noverifyssl=]
--url=

O local a partir do qual instalar. Os protocolos suportados são HTTP, HTTPS, FTP e file.

--proxy=

Especifica um proxy HTTP, HTTPS ou FTP para usar durante a instalação.

--checksum=

Um argumento opcional com a soma de verificação SHA256 do arquivo de imagem, usado para verificação de integridade. Se você estiver usando uma imagem live fornecida pelo Projeto Fedora, você pode encontrar uma lista de somas de verificação no https://getfedora.org/security.

--noverifyssl

Desabilita a verificação SSL ao conectar-se a um servidor HTTPS.

nfs

Instale a partir de um servidor NFS especificado. O servidor NFS deve estar exportando a imagem ISO de instalação completa (como o DVD do Fedora Server) ou seu conteúdo extraído.

install
nfs --server= [--dir=] [--opts= ]
--server=

Nome do host do servidor.

--dir=

Diretório contendo a árvore de instalação ou imagem ISO.

--opts=

Opções de montagem para usar para montar a exportação NFS.

url

Instala a partir de uma árvore em um servidor remoto por HTTP, HTTPS ou FTP.

install
url --url= | --mirrorlist= [--proxy= | --noverifyssl]
--url=

O local a partir do qual instalar. Os protocolos suportados são http, https, ftp e file.

--mirrorlist=

A URL do espelho a partir da qual instalar.

--proxy=

Especifica um proxy HTTP, HTTPS ou FTP para usar durante a instalação.

--noverifyssl

Desabilita a verificação SSL ao conectar-se a um servidor HTTPS.

mediacheck (opcional) - Verifica a Integridade da Mídia de instalação

Este comando forçará o programa de instalação a executar uma verificação de mídia antes de iniciar a instalação, de forma semelhante à rd.live.check opção de inicialização (consulte Verificando a Mídia de Inicialização. Este comando requer que as instalações sejam atendidas, por isso está desabilitado por padrão.

ostreesetup (opcional) - Instala de uma OSTree

Usado para instalações OSTree. Veja https://wiki.gnome.org/action/show/Projects/OSTree para mais informações sobre OSTree. As opções disponíveis são:

--osname=

Raiz de gerenciamento para a instalação do sistema operacional (obrigatório).

--remote=

Raiz de gerenciamento para a instalação do sistema operacional (opcional).

--url=

URL do repositório (obrigatório).

--ref=

Nome do branch dentro do repositório (obrigatório).

--nogpg

Desabilita a verificação de chave GPG (opcional).

repo (opcional) - Configura repositórios adicionais

Configura repositórios adicionais do [application] DNF que podem ser usados como fontes para a instalação do pacote. Este comando pode ser usado várias vezes em um único arquivo Kickstart.

Veja o Fedora System Administrator’s Guide (guia de administrador de sistema), disponível em https://docs.fedoraproject.org/, para informações sobre o gerenciador de pacotes DNF.

Os repositórios usados para instalação devem ser estáveis. A instalação pode falhar se um repositório for modificado antes da conclusão da instalação.

--name=

O ID do repositório. Esta opção é obrigatória. Se um repositório tiver um nome que conflite com outro repositório adicionado anteriormente, ele será ignorado. Como o programa de instalação usa uma lista de repositórios pré-configurados, isso significa que você não pode adicionar repositórios com os mesmos nomes dos pré-configurados.

--baseurl=

O URL do repositório. As variáveis que podem ser usadas nos arquivos de configuração de repositório do DNF não são suportadas. Você pode usar uma destas opções ou --mirrorlist, não ambas.

--mirrorlist=

A URL apontando para uma lista de espelhos para o repositório. As variáveis que normalmente podem ser usadas nos arquivos de configuração do repositório dnf não são suportadas aqui. Você pode usar uma das opções ou --baseurl, não ambas.

--install

Disponibiliza o repositório configurado no arquivo Kickstart no sistema após a instalação. Cria um arquivo de configuração para o repositório em /etc/yum.repos.d/ no sistema instalado.

--cost=

Um valor inteiro para atribuir um custo a este repositório. Se vários repositórios fornecerem os mesmos pacotes, este número será usado para priorizar qual repositório será usado antes do outro. Repositórios com custo mais baixo têm prioridade sobre repositórios com custo mais alto.

--excludepkgs=

Uma lista separada por vírgulas de nomes de pacotes que não devem ser extraídos deste repositório. Isso é útil se vários repositórios fornecem o mesmo pacote e você deseja ter certeza de que ele vem de um repositório específico. Ambos os nomes de pacotes completos (como publican) e globs (como`gnome-*`) são aceitos.

--includepkgs=

Uma lista separada por vírgulas de nomes de pacotes e globs que devem ser extraídos deste repositório. Isso é útil se vários repositórios fornecerem o mesmo pacote e você quiser ter certeza de que ele vem desse repositório.

--proxy=

Especifica um servidor proxy HTTP, HTTPS ou FTP para usar ao acessar este repositório. Esta configuração não afeta nenhum outro repositório ou fonte de instalação.

--ignoregroups=true

Esta opção é usada ao compor árvores de instalação e não tem efeito no próprio processo de instalação. Diz às ferramentas de composição para não olharem para as informações do grupo de pacotes ao espelhar árvores, para evitar espelhar grandes quantidades de dados desnecessários.

--noverifyssl

Desabilita a verificação SSL ao conectar-se a um servidor HTTPS.

url (opcional) - Instala a partir de uma árvore de instalação em um servidor remoto via FTP ou HTTP.

Instala a partir de uma árvore de instalação em um servidor remoto via FTP ou HTTP.

--proxy=

Especifica um proxy HTTP/HTTPS/FTP para usar durante a instalação. As várias partes do argumento agem como você esperaria. A sintaxe é:

[protocolo://][usuário[:senha]@]host[:porta]
--noverifyssl

Para uma árvore em um servidor HTTPS, não verifica o certificado do servidor com o que uma AC conhecida validou e não verifique se o nome do host do servidor corresponde ao nome de domínio do certificado.

--url=

A URL a partir da qual instalar. A substituição da variável é feita para $releasever e $basearch na URL.

--mirrorlist=

A URL do espelho a partir da qual instalar. A substituição da variável é feita para $releasever e $basearch na URL.

--metalink=

A URL do metalink a partir da qual instalar. A substituição da variável é feita para $releasever e $basearch na URL.

Armazenamento e Particionamento

Os comandos nesta seção são usados para determinar as opções de armazenamento e particionamento do seu sistema.

autopart (opcional) - Particionamento Automático

Cria partições automaticamente: uma partição raiz (/) (1 GB ou maior), uma partição swap e uma partição /boot apropriada para a arquitetura. Em unidades grandes o suficiente (50 GB e maiores), isso também cria uma partição /home.

A opção autopart não pode ser usada junto com as opções part/partition, raid, logvol ou volgroup no mesmo arquivo Kickstart .

--type=

Seleciona um dos esquemas de particionamento automático predefinidos que você deseja usar. Aceita os seguintes valores:

  • lvm : O esquema de particionamento LVM.

  • btrfs : O esquema de particionamento Btrfs.

  • plain : Particionamentos regulares sem LVM ou Btrfs.

  • thinp : O esquema de particionamento de provisionamento LVM Fino.

    O esquema de particionamento criado seguirá o esquema recomendado descrito em Esquema de Particionamento Recomendado.

--fstype=

Especifica um sistema de arquivos compatível (como ext4 ou xfs) para substituir o padrão ao fazer o particionamento automático.

--nolvm

Não usa LVM ou Btrfs para particionamento automático. Esta opção é igual a --type=plain.

--encrypted

Criptografa todas as partições. Isso é equivalente a marcar a caixa de seleção Criptografar partições na tela de particionamento inicial durante uma instalação gráfica manual.

--passphrase=

Fornece uma senha padrão para o sistema para todos os dispositivos criptografados.

--escrowcert=URL_of_X.509_certificate

Armazena chaves de criptografia de dados de todos os volumes criptografados como arquivos em /root, criptografados usando o certificado X.509 da URL especificada com URL_do_certificado_X.509. As chaves são armazenadas como um arquivo separado para cada volume criptografado. Esta opção só é significativa se --encrypted for especificada.

--backuppassphrase

Adiciona uma senha gerada aleatoriamente para cada volume criptografado. Armazena essas senhas em arquivos separados em /root, criptografados usando o certificado X.509 especificado com --escrowcert. Esta opção só é significativa se --escrowcert for especificado.

--cipher=

Especifica qual tipo de criptografia será usado se aes-xts-plain64, padrão do Anaconda, não for satisfatório. Você deve usar esta opção junto com a opção --encrypted; por si só não tem efeito. Os tipos de criptografia disponíveis estão listados no Guia de Segurança do Fedora , disponível no https://docs.fedoraproject.org/. Usar aes-xts-plain64 ou aes-cbc-essiv: sha256 é fortemente recomendado.

--luks-version=

Especifica qual versão do LUKS deve ser usada para criptografar o sistema. Relevante apenas se --encrypted também for especificada.

--pbkdf=

Define o algoritmo da Função de Derivação de Chave Baseada em Senha (PBKDF) para o slot de chave LUKS. Relevante apenas se --encrypted também for especificado. Consulte a página man cryptsetup(8) para obter mais informações.

pbkdf-memory=

Define o custo de memória para PBKDF. Relevante apenas se --encrypted também for especificada. Consulte a página man cryptsetup(8) para obter mais informações.

pbkdf-time=

Define o número de milissegundos a ser gasto com o processamento da senha PBKDF. Relevante apenas se --encrypted também for especificado. Veja informações sobre a opção --iter-time na página man cryptsetup(8) para mais informações.

Apenas uma de --pbkdf-time= ou --pbkdf-iterations= pode ser especificada ao mesmo tempo.

pbkdf-iterations=

Define o número de iterações para o processamento da senha diretamente e evita a avaliação de desempenho de PBKDF. Relevante apenas se --encrypted também for especificado. Veja informações sobre a opção --pbkdf-force-iterations na página do manual cryptsetup(8) para mais informações.

Apenas uma de --pbkdf-time= ou --pbkdf-iterations= pode ser especificada ao mesmo tempo.

bootloader (obrigatório) - Configura o Carregador de Inicialização

Especifica como o carregador de inicialização deve ser instalado.

Você deve sempre usar uma senha para proteger seu carregador de inicialização. Um carregador de inicialização desprotegido pode permitir que um invasor em potencial modifique as opções de inicialização do sistema e obtenha acesso não autorizado ao sistema.

Alguns sistemas requerem uma partição especial para instalar o carregador de inicialização. O tipo e tamanho desta partição depende se o disco no qual você está instalando o carregador de incialização usa o Master Boot Record (MBR) ou um esquema de Tabela de Partição GUID (GPT). Para obter mais informações, consulte Instalação do Carregador de Inicialização.

--append=

Especifica parâmetros de kernel adicionais. Para especificar vários parâmetros, separe-os com espaços. Por exemplo:

bootloader --location=mbr --append="hdd=ide-scsi ide=nodma"

Os parâmetros rhgb e quiet são sempre usados, mesmo se você não os especificar aqui ou não usar o comando --append=.

--boot-drive=

Especifica em qual unidade o carregador de inicialização deve ser gravado e, portanto, de qual unidade o computador será inicializado. Se você usar um dispositivo multipath como unidade de inicialização, especifique apenas um membro do dispositivo.

A opção --boot-drive= está atualmente sendo ignorada em instalações do Fedora em sistemas IBM System z usando o carregador de inicialização zipl. Quando zipl está instalado, ele determina a unidade de inicialização por sua própria conta.

Não especificar esta opção resultará no seguinte comportamento:

  1. Se a opção --driveorder= foi usada, Anaconda instalará o carregador de inicialização no primeiro dispositivo válido especificado na ordem do drive.

  2. O primeiro disco presente e válido contendo uma partição /boot será usado.

  3. Se nenhuma das opções acima se aplicar, o primeiro dispositivo de armazenamento válido da lista de todos os dispositivos detectados será usado para instalar o carregador de inicialização.

--leavebootorder

Evita que o programa de instalação faça alterações na lista existente de imagens inicializáveis em sistemas UEFI ou ISeries/PSeries.

--driveorder=

Especifica qual unidade é a primeira na ordem de inicialização do BIOS. Por exemplo:

bootloader --driveorder=sda,hda
--location=

Especifica onde o registro de inicialização é gravado. Os valores válidos são os seguintes:

  • mbr - A opção padrão. Depende se a unidade usa o esquema Master Boot Record (MBR) ou Tabela de Partição GUID (GPT):

    • Em um disco formatado por GPT, esta opção instalará o estágio 1.5 do carregador de inicialização na partição de inicialização do BIOS.

    • Em um disco formatado por MBR, o estágio 1.5 será instalado no espaço vazio entre o MBR e a primeira partição.

  • partition - Instala o carregador de inicialização no primeiro setor da partição que contém o kernel.

  • none - Não instala o carregador de inicialização.

    Na maioria dos casos, essa opção não precisa ser especificada.

--password=

Se estiver usando GRUB2 como o carregador de inicialização, defina a senha do carregador de inicialização para aquela especificada com esta opção. Isso deve ser usado para restring